Penélope era uma garota, pele clara, cabelos cacheados, olhos inocentes, ela tinha muito dentro de si, pensamentos eternos, lembranças, paixões, felicidade, criatividade. A sua beleza era única, mas que só era notada quando escapava um sorriso envergonhado. As vezes Penélope falava demais, a sua linga batia no céu da boca com tanta rapidez que ela enrolava as palavras, muitas vezes quase ninguém entendia o que ela tinha dito.
Penélope era fotógrafa, desenhista, vegetariana e adorava música. Sabia tocar bateria, violão e as vezes acertava algo no piano. Falava Inglês, enrolava um pouco de Hebraico, algo de Espanhol, mas conseguia se virar em qualquer lugar que fosse, era independente fisicamente, mas havia algo a prendendo, ela não sabia o que era, se eram seus pais super protetores, ou se era ela mesmo que não se impunha contra esse mundo. Certo dia Penélope foi na Redenção, ascendeu um cigarro e olhou para as pessoas, olhando atentamente o comportamento de cada uma, com o seu olhar atento a cada gesto. Seria uma foto perfeita certa vez que viu um pai levantando o filho no colo, ele estava olhando diretamente nos olhos da criança, ambos sorriam. Penélope lembrou da sua infância, na qual seu pai era o seu maior exemplo. Estava quase no final do cigarro quando se levantou da árvore que estava deitada, tinha medo que seu irmão aparecesse, ele não poderia saber que ela estava lá, pois tinha mentido que iria sair para almoçar com algumas amigas. Foi até o Subway, pegou um sanduíche, pão integral de aveia e mel, com tomate, alface, azeitonas, rúcula, pepino, queijo cheddar, molho de mostarda e mel e cebola agridoce. Ela adorava comer isso.
Penélope era fotógrafa, desenhista, vegetariana e adorava música. Sabia tocar bateria, violão e as vezes acertava algo no piano. Falava Inglês, enrolava um pouco de Hebraico, algo de Espanhol, mas conseguia se virar em qualquer lugar que fosse, era independente fisicamente, mas havia algo a prendendo, ela não sabia o que era, se eram seus pais super protetores, ou se era ela mesmo que não se impunha contra esse mundo. Certo dia Penélope foi na Redenção, ascendeu um cigarro e olhou para as pessoas, olhando atentamente o comportamento de cada uma, com o seu olhar atento a cada gesto. Seria uma foto perfeita certa vez que viu um pai levantando o filho no colo, ele estava olhando diretamente nos olhos da criança, ambos sorriam. Penélope lembrou da sua infância, na qual seu pai era o seu maior exemplo. Estava quase no final do cigarro quando se levantou da árvore que estava deitada, tinha medo que seu irmão aparecesse, ele não poderia saber que ela estava lá, pois tinha mentido que iria sair para almoçar com algumas amigas. Foi até o Subway, pegou um sanduíche, pão integral de aveia e mel, com tomate, alface, azeitonas, rúcula, pepino, queijo cheddar, molho de mostarda e mel e cebola agridoce. Ela adorava comer isso.
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