Estava perto do Natal, Penélope achava que não ia ganhar nada muito legal de presente. Chega a noite de Natal, todos estão na mesa, como de costume aquela coisa de família, a mãe ansiosa pelo jantar que ela preparou, o pai bebendo alguma bebida bem forte e preparando alguns petiscos. A noite foi boa, tranquila, uma noite de Natal como qualquer outra. Alguns dias depois foi até a livraria pois sua amiga iria dar-lhe um livro de presente. Pegou um livro chamado ''Misto quente'' do escritor Charles Bukowski, um livro forte, sujo e verdadeiro, durante muitas partes Penélope pode ver o reflexo de seu rosto nas páginas, como se aquela história fosse baseada em sua vida. Era tudo tão difícil de perceber, como em poucas páginas pode construir um universo inteiro?
Um dia saiu para conversar com um amigo, Penélope não sabia que aquela noite iria ser muito marcante em sua vida. A noite foi passando e Penélope e seu amigo conversavam sobre a vida. Até que seu amigo começou a falar de futuro, profissões, a sociedade que é submissa a um padrão de cidadão ''perfeito'' falso, onde somos apenas soldadinhos de uma sociedade que não sonha.
Todos nós temos o direito de sonhar o quanto quisermos, e de fazer com que esses sonhos sejam bases para realidades totalmente diferentes do cotidiano. Criando uma personalidade real, fugindo de uma bolha imaginária que aprisiona os pobres cidadãos, que estão apenas querendo ser '' bons seres humanos''. Estamos do lado de fora da bolha, do revés é tudo tão lindo, tão interessante.
Um dia saiu para conversar com um amigo, Penélope não sabia que aquela noite iria ser muito marcante em sua vida. A noite foi passando e Penélope e seu amigo conversavam sobre a vida. Até que seu amigo começou a falar de futuro, profissões, a sociedade que é submissa a um padrão de cidadão ''perfeito'' falso, onde somos apenas soldadinhos de uma sociedade que não sonha.
Todos nós temos o direito de sonhar o quanto quisermos, e de fazer com que esses sonhos sejam bases para realidades totalmente diferentes do cotidiano. Criando uma personalidade real, fugindo de uma bolha imaginária que aprisiona os pobres cidadãos, que estão apenas querendo ser '' bons seres humanos''. Estamos do lado de fora da bolha, do revés é tudo tão lindo, tão interessante.
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